Foram 46 participantes ao todo, incluindo lideranças, monitores, ICMBio, FUNAI, IDESC e Lumiar, com vivências teóricas e práticas. Abordamos o uso de ferramentas e aplicativos para o registro georreferenciado de trilhas e fotos, além de elaborado um protocolo coletivo de comunicação para situações de risco nos territórios.
A metodologia das oficinas valorizou o protagonismo Guarani, com construção participativa de mapas territoriais pelas aldeias, identificação de pontos de ameaça e planejamento das primeiras ações de campo. Foram definidos os monitores e a frequência das atividades, com autonomia e organização própria de cada comunidade.
Esse é apenas o começo de um processo contínuo de fortalecimento das comunidades Guarani em seus territórios
Projeto realizado pelo IDESC, em parceria com lideranças Guarani Mbya, FUNAI, ICMBio, Lumiar e apoio do GEF-Mar / FUNBIO (@funbio_brasil).
Fotos: Juliana Di Beo



